What I learned from teaching my first course


I had the opportunity to teach a course on data analysis using Excel and Power BI with two colleagues from my course (Production Engineering at UFRN), Erick Lima and Pablo Santos. Before teaching the course, I asked the ladies at PyLadies Natal for some tips, and Gabi Cavalcante wrote a summary of some tips they gave me.

This teaching journey brought me several challenges and new learning practices, as I still have much to learn to share what I know.

Here are some points that were relevant to my experience:

Tive a oportunidade de ministrar um curso sobre análise de dados usando Excel e Power BI com dois colegas do meu curso (Engenharia de Produção na UFRN), Erick Lima e Pablo Santos. Antes de ministrar o curso, pedi dicas para as meninas do PyLadies Natal, e a Gabi Cavalcante escreveu um resumo de algumas dicas que elas me deram.

Essa jornada de ensino me trouxe diversos desafios e novas práticas de aprendizado, pois ainda tenho muito a aprender para compartilhar o que sei.

Aqui estão alguns pontos que foram relevantes para a minha experiência:

Tuve la oportunidad de impartir un curso sobre análisis de datos usando Excel y Power BI con dos compañeros de mi carrera (Ingeniería de Producción en la UFRN), Erick Lima y Pablo Santos. Antes de impartir el curso, pedí consejos a las chicas de PyLadies Natal, y Gabi Cavalcante escribió un resumen de algunos consejos que me dieron.

Esta experiencia docente me trajo varios retos y nuevas formas de aprendizaje, ya que todavía tengo mucho que aprender para poder compartir lo que sé.

Estos son algunos puntos que fueron relevantes en mi experiencia:

1. How to design a course?

1. Como planejar um curso?

1. Cómo diseñar un curso?

"The answers are in the books, on the internet. The teacher's mission is to provoke intelligence, provoke amazement, provoke curiosity." Rubem Alves

Being on the other side of the course made me reflect on how I would like to learn, but it’s worth remembering that the teaching and learning experience is extremely diverse. So how to balance my expectations with those of the participants? Some points were taken into focus for development:

Planning

  • What cases will be presented?
  • How will they be solved?
  • What results should be achieved?

Schedule

  • How much time will it take to pass on this knowledge?
  • How much time to assist participants?

Validation

  • How will I measure participant satisfaction?
  • What score would you give the course from 0 to 10?
  • What is your opinion about the course?
  • What can we improve?

Estar do outro lado do curso me fez refletir sobre como eu gostaria de aprender, mas vale lembrar que a experiência de ensino e aprendizagem é extremamente diversa. Então, como equilibrar minhas expectativas com as dos participantes? Alguns pontos foram colocados em foco para desenvolvimento:

Planejamento

  • Quais casos serão apresentados?
  • Como serão resolvidos?
  • Quais resultados devem ser alcançados?

Cronograma

  • Quanto tempo será necessário para transmitir esse conhecimento?
  • Quanto tempo para auxiliar os participantes?

Validação

  • Como vou medir a satisfação dos participantes?
  • Que nota você daria ao curso de 0 a 10?
  • Qual a sua opinião sobre o curso?
  • O que podemos melhorar?

Estar al otro lado del curso me hizo reflexionar sobre cómo me gustaría aprender, pero conviene recordar que la experiencia de enseñanza y aprendizaje es tremendamente diversa. Entonces, cómo equilibrar mis expectativas con las de los participantes? Algunos puntos se pusieron en foco para el desarrollo:

Planificación

  • Qué casos se van a presentar?
  • Cómo se van a resolver?
  • Qué resultados se deben alcanzar?

Calendario

  • Cuánto tiempo hará falta para transmitir este conocimiento?
  • Cuánto tiempo para asistir a los participantes?

Validación

  • Cómo voy a medir la satisfacción de los participantes?
  • Qué nota le darías al curso del 0 al 10?
  • Cuál es tu opinión sobre el curso?
  • Qué podemos mejorar?

2. “Does anyone have any questions?“

2. “Alguém tem alguma dúvida?“

2. “Alguien tiene alguna duda?”

classroom

Fig 1. Classroom scene illustrating the challenge of engaging participants.
"Could you repeat the part where you said all about the things?"

Someone will always have a question and not speak up.

Keeping dozens of people focused for consecutive hours on a Saturday from 8 am to 6 pm is not an easy task. Throughout the course, we were very concerned with making ourselves understood, after all, it was our responsibility to pass on the knowledge. And even when we stopped and asked, “Does anyone have any questions?” few people raised their hands.

The advantage of being in a larger group was that while one was teaching, the other two would go around checking if everyone was on the same page. This helped a lot in monitoring the participants, although it is an unfeasible practice for a course with a single instructor.

What could have been done?

  • In the middle of the course, we tried using Zoom to share our screen and facilitate participant viewing, but since we would have to wait for everyone to download it, it would take time. The lesson learned: we should have done this right from the start.
  • Another thing we should have thought of beforehand was to pair everyone up. Even using ZoomIt, it was sometimes difficult to follow. We noticed that participants who were further back in the room or alone had more difficulty keeping up with the pace because it was a lot of content, and without someone nearby, they had no immediate support.

Sempre vai ter alguém com dúvida que não vai falar.

Manter dezenas de pessoas focadas por horas consecutivas em um sábado das 8h às 18h não é tarefa fácil. Ao longo do curso, ficamos muito preocupados em nos fazer entender, afinal, era nossa responsabilidade transmitir o conhecimento. E mesmo quando parávamos e perguntávamos “Alguém tem alguma dúvida?”, poucas pessoas levantavam a mão.

A vantagem de estar em um grupo maior era que, enquanto um ensinava, os outros dois iam verificando se todos estavam acompanhando. Isso ajudou bastante no monitoramento dos participantes, embora seja uma prática inviável para um curso com um único instrutor.

O que poderia ter sido feito?

  • No meio do curso, tentamos usar o Zoom para compartilhar a tela e facilitar a visualização dos participantes, mas como teríamos que esperar todos baixarem, levaria tempo. A lição aprendida: deveríamos ter feito isso desde o início.
  • Outra coisa que deveríamos ter pensado antes era colocar todos em duplas. Mesmo usando o ZoomIt, às vezes era difícil acompanhar. Percebemos que participantes que estavam mais no fundo da sala ou sozinhos tinham mais dificuldade de acompanhar o ritmo, pois era muito conteúdo e, sem alguém por perto, não tinham suporte imediato.

Siempre habrá alguien con una duda que no se atreve a preguntar.

Mantener a decenas de personas concentradas durante horas consecutivas un sábado de 8 de la mañana a 6 de la tarde no es tarea fácil. A lo largo del curso, nos preocupamos mucho por hacernos entender, al fin y al cabo era nuestra responsabilidad transmitir el conocimiento. Y aun cuando parábamos y preguntábamos “Alguien tiene alguna duda?”, pocas personas levantaban la mano.

La ventaja de estar en un grupo más grande era que, mientras uno enseñaba, los otros dos iban comprobando si todos seguían el hilo. Eso ayudó mucho en el seguimiento de los participantes, aunque es una práctica inviable para un curso con un solo instructor.

Qué se podría haber hecho?

  • A mitad del curso, intentamos usar Zoom para compartir pantalla y facilitar la visualización a los participantes, pero como había que esperar a que todos lo descargaran, llevaba tiempo. La lección aprendida: deberíamos haberlo hecho desde el principio.
  • Otra cosa que deberíamos haber pensado de antemano era emparejar a todos. Incluso usando ZoomIt, a veces era difícil seguir el ritmo. Nos dimos cuenta de que los participantes que estaban al fondo de la sala o solos tenían más dificultad para seguir el ritmo, porque era mucho contenido y, sin alguien cerca, no tenían apoyo inmediato.

3. Everyone suffers from the nervous finger syndrome

3. Todo mundo sofre da síndrome do dedo nervoso

3. Todo el mundo sufre el síndrome del dedo nervioso

nervous finger

Fig 2. Illustration of the "nervous finger syndrome" when using electronic devices.
"Emergency? I just tried to make toast, and a hand came out of the toaster and stabbed me in the face!" "Did you read the first page of the manual?" "Well, no, but all I wanted was…"

Everyone who uses electronic devices suffers from the pseudo “nervous finger syndrome.” They start clicking on everything they see on the computer or smartphone screen, and I’m not the one saying this; it’s a topic of a University of Texas article. Keeping this in mind, we only made the course materials available as they were needed. To facilitate this, we created bit.ly links for the materials to be downloaded and shared them when necessary. This avoided the time-consuming and data integrity issues of passing around pen drives.

Todo mundo que usa dispositivos eletrônicos sofre da pseudo “síndrome do dedo nervoso”. Começam a clicar em tudo o que veem na tela do computador ou smartphone, e não sou eu quem está dizendo isso; é tema de um artigo da Universidade do Texas. Com isso em mente, só disponibilizamos os materiais do curso conforme eram necessários. Para facilitar, criamos links bit.ly para os materiais a serem baixados e os compartilhamos quando necessário. Isso evitou os problemas de tempo e integridade dos dados de ficar passando pen drives.

Todo el que usa dispositivos electrónicos sufre del pseudo “síndrome del dedo nervioso”. Empiezan a hacer clic en todo lo que ven en la pantalla del ordenador o del móvil, y no lo digo yo; es tema de un artículo de la Universidad de Texas. Teniendo esto en cuenta, solo pusimos los materiales del curso a disposición conforme se iban necesitando. Para facilitarlo, creamos enlaces bit.ly para descargar los materiales y los compartíamos cuando era necesario. Así evitamos los problemas de tiempo y de integridad de datos que supone andar pasando pendrives.