What I learned as a hackathon mentor
2020 turned into a blur of weekend hackathons and some weekends I built, others I mentored, and occasionally I helped facilitate. Showing up for other people’s projects sharpened my own: my questions got better, my triage got faster, and my feedback got calmer.
Events where I was a mentor:
2020 se transformou numa sequência de hackathons de final de semana e, em alguns deles, eu construía; em outros, mentorava; e, de vez em quando, ajudava a facilitar. Participar dos projetos de outras pessoas afinou os meus: minhas perguntas melhoraram, minha triagem ficou mais rápida e meu feedback ficou mais calmo.
Eventos em que fui mentor:
2020 se convirtió en una sucesión de hackathones de fin de semana y, en algunos, construía; en otros, mentorizaba; y de vez en cuando ayudaba a facilitar. Participar en los proyectos de otras personas afinó los míos: mis preguntas mejoraron, mi triaje se hizo más rápido y mi feedback se volvió más sereno.
Eventos en los que fui mentor:
1. Mentoring is a two-way street
Mentoring isn’t a broadcast. I arrive to help and leave with a notebook of things I learned: new tools to try, sharper prompts, and patterns you only spot when multiple teams attack the same brief. The trade is fair: I bring perspective and structure and teams give me angles I wouldn’t have found alone.
1. Mentoria é uma via de mão dupla
Mentoria não é uma transmissão unilateral. Chego para ajudar e saio com um caderno de coisas que aprendi: novas ferramentas para testar, perguntas mais afiadas e padrões que só se percebem quando vários times atacam o mesmo desafio. A troca é justa: eu trago perspectiva e estrutura e os times me dão ângulos que eu não encontraria sozinho.
1. La mentoría es una calle de doble sentido
La mentoría no es una emisión unilateral. Llego para ayudar y me voy con un cuaderno de cosas que he aprendido: nuevas herramientas por probar, preguntas más afinadas y patrones que solo se detectan cuando varios equipos atacan el mismo brief. El intercambio es justo: yo aporto perspectiva y estructura y los equipos me dan ángulos que no habría encontrado solo.
2. Listening is key
Hearing isn’t the same as listening. My small checklist is: restate what I heard, ask one clarifying question, then offer a suggestion. That rhythm avoids “mentor karaoke,” where advice gets projected onto a problem that isn’t there. When a team feels understood, the next steps become obvious, docs get clearer, and the prototype makes sense to people who weren’t in the room.
2. Ouvir é fundamental
Ouvir não é o mesmo que escutar. Minha pequena lista é: reformular o que ouvi, fazer uma pergunta de esclarecimento e depois oferecer uma sugestão. Esse ritmo evita o “karaokê de mentor”, onde o conselho é projetado sobre um problema que não existe. Quando um time se sente compreendido, os próximos passos ficam óbvios, a documentação fica mais clara e o protótipo faz sentido para quem não estava na sala.
2. Escuchar es clave
Oír no es lo mismo que escuchar. Mi pequeña lista es: reformular lo que he oído, hacer una pregunta aclaratoria y después ofrecer una sugerencia. Ese ritmo evita el “karaoke de mentor”, donde el consejo se proyecta sobre un problema que no existe. Cuando un equipo se siente comprendido, los siguientes pasos se vuelven evidentes, la documentación queda más clara y el prototipo tiene sentido para quienes no estaban en la sala.
3. Avoid the Dungeon Master syndrome
3. Evite a síndrome do Dungeon Master
3. Evita el síndrome del Dungeon Master

Jargon can feel like armor. I’ve reached for dense language or elaborate frameworks when a plain sentence would do. Real expertise should make things simpler for other people, not heavier. As James Clear has argued elsewhere:
O jargão pode parecer uma armadura. Já recorri a linguagem densa ou frameworks elaborados quando uma frase simples bastaria. A verdadeira expertise deveria tornar as coisas mais simples para os outros, não mais pesadas. Como James Clear já argumentou:
La jerga puede parecer una armadura. He recurrido a un lenguaje denso o a frameworks elaborados cuando una frase sencilla bastaría. La verdadera experiencia debería simplificar las cosas para los demás, no complicarlas. Como James Clear ha argumentado:
"Simplifying before understanding the details is ignorance.
Simplifying after understanding the details is genius."
Moreover, being present is important to follow the team’s development.
Além disso, estar presente é importante para acompanhar o desenvolvimento do time.
Además, estar presente es importante para seguir el desarrollo del equipo.
4. Sometimes the team just needs a hint
Plenty of blockers are navigational, not deep. A pointer to a starter repo, the right API doc, or a better search query can unlock an hour of progress. As an ambassador for some hackathons I collected a small repo of recurring links and prompts/practical breadcrumbs people asked for when the clock was loud. It’s not about handing out answers, but it’s about lowering the cost of the next step so momentum doesn’t die.
To access it, click here
4. Às vezes o time só precisa de uma dica
Muitos bloqueios são de navegação, não de profundidade. Um ponteiro para um repositório inicial, a documentação certa da API ou uma busca melhor podem destravar uma hora de progresso. Como embaixador de alguns hackathons, montei um pequeno repositório de links recorrentes e dicas práticas que as pessoas pediam quando o relógio apertava. Não se trata de dar respostas prontas, mas de reduzir o custo do próximo passo para que o ritmo não morra.
Para acessar, clique aqui
4. A veces el equipo solo necesita una pista
Muchos bloqueos son de orientación, no de profundidad. Un enlace a un repositorio inicial, la documentación correcta de la API o una búsqueda mejor pueden desbloquear una hora de progreso. Como embajador de algunos hackathones, recopilé un pequeño repositorio de enlaces recurrentes y consejos prácticos que la gente pedía cuando el reloj apretaba. No se trata de dar respuestas hechas, sino de reducir el coste del siguiente paso para que el impulso no se pierda.
Para acceder, haz clic aquí